quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Transporte de carne


35 - Você sabia ? Que a carne destinado ao "consumo humano" era geralmente, feito os abates e administrado pela Prefeitura Municipal, transportado por esse tipo de veículo rebocado por um semovente (carroça e cavalo) e conduzida por um entregador aos açougues.

(Foto: Acervo da Zaira Lisboa cedida ao Departamento de Cultura)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Companheiros revolucionários - "1932"



34 - Você sabia? Que Francisco Evaristo de Oliveira foi fiel companheiro político de Dr. Pedro Ludovico, inclusive liderou um grupo de voluntários quando, foi prefeito e fasto-se temporariamente para estar em Minas Gerais junto a outros companheiro revolucionários em defesa de Goiás. Encontramos no L36P2 (1.932) do Arquivo Histórico Municipal “Alistamento de voluntários do município de Bananeiras, para defesa do governo de Dr. Pedro Ludovico Teixeira, Interventor Federal do Estado de Goiás: Francisco Evaristo de Oliveira, Antônio E. Lima, Miguel Pereira Cabral, Alceu Marques, Floripes de Freitas, Antônio Bento Godoy, Gumercindo Pimenta, Virgílio Gomes da Rocha, João Vieira de Castilho, Sebastião Soares de Abreu, Pedro Arantes, Simião Vieira de Castilho, Joaquim Teotônio Segurado, Natal Alves de Siqueira, João Fialho,Arnaldo Souza, José Quirubino do Amaral, Frederico Wilken, Sebastião Rodrigues Santos, Adelino Farias Arantes, Placídio Marques,Genésio José Marques, Belchior Paiva Pinto.”

(Digitado - wolney tavares)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Centro Cultura Dr. Laudelino Gomes



33-Você sabia ? Que em 1.934 – Decreto nº 69 de 14 de junho, desapropria terrenos do Sr. João Garcia Rosa e Jerônimo Garcia Rosa, para a construção do grupo escolar, hoje Centro Cultural Dr. Laudelino Gomes de Almeida, sendo as cartas de datas (lotes nº 113 e 114) no valor de 126$400 (cento e vinte e seis mil e quatrocentos reis) pagos a cada uma das (datas) áreas. (L277P47) consta:"Livro 277 -página 47 do arquivo histórico municipal"

Extraído por (wolney tavares)

Manoel Gabinatti



32 - Você sabia ? Que em 1.936 – UM MINEIRO DE PARACATU
“ Quando voltamos nosso pensamento, rumo ao passado de nossa cidade, vislumbramos a enigmática figura de Gabinatti, mistura divina de poeta, filósofo e profeta, andarilho pelos trilhos do conhecimento a iluminar com suas idéias, um tempo e um povo ávido de realizações. Suas palavras atingiram fundo o coração de nossa gente, incentivando os nossos pioneiros a acreditarem que um dia, naquele ermo de mundo, haveria de existir uma cidade, cujos habitantes teriam sempre em mente a figura de um andarilho abençoado por Deus”.
Certamente, nascido por volta de 1.881, natural de Paracatu-MG, de descendência italiana, tendo concluído o seminário no Colégio de Caraça - MG. Apenas para honrar a tradição italiana e satisfazer o desejo de seus pais.
Negou ser ordenado a padre, pois não era sua vocação. MANOEL GABINATTI ESPOSITEL ESPÓSITO, mais conhecido como Gabinatti, tinha a mania de andar mundo afora, “um ilustre andarilho.” Alguns acreditavam que era louco; uma praga herdada do pai ao desobedecer a suas vontades.
Quem o acolheu nos últimos dias de vida, afirmou que Gabinatti era dotado de uma inteligência sem igual, possuía na verdade, um jeito peculiar de vida e carregava consigo o hábito de escolher nome para os lugares.
A história registra, que Gabinatti apareceu por essas redondezas, no ano de 1.920 e sempre que aqui retornava, insistia com determinação na mudança do nome de Bananeiras, dizendo: “Aqui não pode mais ter esse nome, tem que ser Goiatuba”.

1.937 – Os políticos da época, as vésperas da mudança de governo, do prefeito Francisco Evaristo de Oliveira para Durval Pereira, voltam a discutir a troca do nome, acatando assim a opinião do andarilho, que afirmou por inúmeras vezes, estar o nome de Goiatuba intimamente relacionado ao nome do Estado de Goiás. Que por sua vez, originou-se da denominação da tribo indígena ‘Goyázes’, ‘Terra dos Guayás,’ que depois de arraial se tornou Goiás. Francisco de Brito, em seu livro afirma ser amigo pessoal de Gabinatti, o qual pede a ele para sugerir a mudança do nome, pois se ele próprio (Gabinatti) o fizesse, diriam que era idéia de louco. Em 31 de outubro de 1.938, pelo Decreto 1.233, muda-se em definitivo o nome de Bananeiras para Goiatuba. Gabinatti não chego a assistir as comemorações do fato, pois falecera na fazenda Paciência em 19 de dezembro de 1.936 e sepultado no Distrito de Tapuirama-MG. (Fazenda Paciência era do Sr. Orestes Vasconcelos, tio do Sr. João Vasconcelos.


domingo, 7 de dezembro de 2008

José Godoy Garcia


31-Você sabia? dessa espécie de balada da moça de Goiatuba

Em Goiatuba
tem uma moça
que coração
grande ela tem.

A moça de lá
é só chamar vem

De Goiatuba
eu guardo
muitas recordações

De lá eu guardo
muitas recordações

Lá tem rua
que parece bicho
querendo se esconder
por detrás do mato

Lá tem homem
que lutou na revolução

Lá tem farmacêutico
que sabe latim

Lá tem padre que mora
com mulher na rua de cima
e de tarde sobe de lanterna na mão
Lá tem cadeia
assombrada
e tem louco nas grades rindo feito
bicho com fome
Em Goiatuba
tem uma moça
que coração bom ela tem
A moça de lá
desde menina
serve aos homens
com sabedoria
Toda moça no mundo
aprende que corpo
não se pode mostrar
vestido deve vestir
vergonha deve sentir
amor deve esconder
sonho pode sonhar
A moça de lá
não aprendeu a sonhar
A moça de Goiatuba
é como a fonte
que dá de beber
é como a árvore
que dá frutos
é como a noite
que dá as estrelas
Ela só não compreende porque os homens
têm coisa com ela
Um dia indagou:
-“Por que ocêis me mandam
deitar no chão?”
-“Eu visto meu vestido,
eu ponho colar bonito,
eu enfeito os meus cabelos
com flor
Eu estou bonita
com o meu vestido
eu estou bonita
com esta flor
vocês me mandam tirar vestido,
ocês são bobos?”
Lá em Goiatuba
tem uma moça
que coração grande ela tem.
A moça de lá
é só chamar vem.

Por: José Godoy Garcia

JACY GARCIA VIEIRA


30-Você sabia ? que Jacy Garcia Vieira
Nascimento: 4 de outubro de 1932, em Goiatuba - GO.
Filiação: José Garcia Rosa e Jerônima Vieira Duarte.
Cônjuge: Gilda Maria Freire Garcia.
Filhos: Geraldo Freire Garcia, Daniel Freire Garcia, Eugênio Freire Garcia, Marcelo Freire Garcia e Cíntia Freire Garcia.
Magistratura:
Juiz Federal Substituto da 2ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal,1967/1974.
Juiz Federal do Estado do Amazonas, 1974/1976.
Removido para a 1ª Vara da Seção Judiciária/RS, 6/2/1976. Em março de 1978, foi removido para a Seção Judiciária - MG, até junho/1980, quando voltou para a Seção Judiciária do Distrito Federal.
Membro efetivo do TRE - AM, 1975; Suplente do TRE - RS, 1976/1977; Efetivo do TRE/RS, 1977/1978; Suplente do TRE - DF, 1982; Efetivo do TRE - DF, 1982/1984.
Diretor do Foro e Corregedor da Seção Judiciária - DF, 1982/1984.
Ministro do Tribunal Federal de Recursos, a partir de 8/9/1988.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça, a partir da Constituição de 1988.
Presidente da 1ª Turma e da 1ª Seção do STJ, 1994/1995.
Membro Efetivo do Conselho de Administração do STJ.
Membro Efetivo da Comissão de Jurisprudência do STJ, 1992/1995.
Membro Suplente do Conselho da Justiça Federal - biênio 1993/1995.
Membro da Comissão de Coordenação do STJ.
Coordenador-Geral da Justiça Federal de Primeiro e Segundo Graus, 1995/1997.
Diretor do Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal, 1995/1997.
Ministro Diretor da Revista do STJ - biênio 1999/2001.
Membro Efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, a partir de 9/3/2000.
Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral - biênio 2000/2002.
Aposentado do cargo de Ministro do STJ, a partir de 5/10/2002
Maiores informações: http://bdjur.stj.gov.br/dspace/handle/2011/16479

sábado, 6 de dezembro de 2008

ATO CÍVICO CULTURAL

Alunos procedem o hasteamento das bandeiras.

29 - Você sabia ? Que o Departamento Municipal de Cultura de Goiatuba, desenvolve um projeto de resgate e valorização dos momentos cívicos culturais, onde os alunos das escolas do município fazem uma releitura dos históricos dos Estados e sua “Capital Aniversariante” Dia 05 de dezembro, os alunos da Escola Municipal Maria Luzia Simões compareceram pela manhã no pátio do Centro Cultural Dr. Laudelino Gomes, para procederem ao ato solene de hasteamento do Pavilhão, tendo como parte integrante a leitura do breve histórico do Estado de Alagoas e sua Capital de Maceió. Sobre o solo goiatubense, pela primeira vez, pairou a Bandeira do Estado de Alagoas em homenagem a todo povo alagoano.